MADRID 10 fev. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Justiça da Venezuela informou que outras 120 pessoas de nacionalidade venezuelana chegaram ao país após serem deportadas dos Estados Unidos no âmbito da missão de repatriação “Volta à Pátria”, uma iniciativa promovida pelo governo de Nicolás Maduro, capturado durante o ataque perpetrado pelos Estados Unidos no início de janeiro contra o país caribenho.
Os migrantes venezuelanos afetados partiram da cidade de Miami, na Flórida, e aterraram no Aeroporto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, no estado de La Guaira. Entre eles estão 101 homens, 17 mulheres e duas meninas, conforme noticiado pela rede de televisão VTV.
À sua chegada à localidade de Maiquetía, perto da capital, Caracas, foram recebidos por membros do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (Cicpc); do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin); da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e do Corpo da Polícia Nacional Bolivariana (CPNB), entre outros.
Após o desembarque, todos foram submetidos a um breve interrogatório para analisar seus respectivos casos. Posteriormente, receberam atendimento médico e foram levados para suas casas. “O Estado reitera assim seu compromisso com a proteção e o bem-estar de seus cidadãos, facilitando seu retorno e garantindo que recebam a atenção necessária ao chegar ao país”, indicou o próprio Ministério.
A Venezuela condenou em várias ocasiões o fato de os Estados Unidos criminalizarem os migrantes. O próprio Maduro defendeu em várias ocasiões que a migração venezuelana é “econômica, de pessoas decentes e trabalhadoras” e criticou as autoridades americanas, que os associam a supostas gangues.
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