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MADRID 3 mar. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público da Venezuela informou nesta segunda-feira que, em coordenação com o Poder Judiciário, decidiu libertar 110 pessoas detidas pelas forças de segurança durante as manifestações "violentas e criminosas" que ocorreram no país após as eleições presidenciais de 28 de julho, nas quais a oposição denunciou fraude eleitoral a favor de Nicolás Maduro.
De acordo com a Procuradoria Geral da Venezuela em uma declaração em seu perfil oficial nas redes sociais, mais de 2.000 pessoas receberam "benefícios processuais" no âmbito do "respeito e observância irrestrita dos princípios e garantias consagrados na Constituição venezuelana".
"O Ministério Público permanece atento em sua capacidade de parte de boa fé; para continuar trabalhando pela defesa, paz, justiça e direitos humanos", diz o documento, que é assinado pelo procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab.
A Venezuela realizou eleições presidenciais no final de julho passado, após as quais o governo reivindicou a vitória de Maduro contra uma oposição liderada por María Corina Machado e com Edmundo González como candidato, que denunciou fraude na contagem de votos.
Embora González tenha recebido o apoio de grande parte da comunidade internacional, no final foi Maduro quem tomou posse para um novo mandato perante as instituições do Estado, enquanto a oposição teve que deixar o país e Machado sofreu vários episódios de perseguição.
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