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MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Comissão Especial de Acompanhamento da Lei de Anistia, Jorge Arreaza, informou que um total de 310 pessoas foram libertadas no âmbito da legislação aprovada em fevereiro passado, que abre caminho para a libertação de quem cometeu crimes no país latino-americano desde 1999.
Arreaza indicou que 8.146 pessoas puderam se beneficiar dessa lei durante o último mês, das quais 7.836 já estavam em liberdade, mas contra as quais pesavam medidas cautelares, conforme explicou em uma mensagem divulgada nas redes sociais.
“Estes são os números das liberdades plenas concedidas graças à Lei de Anistia para a Convivência Democrática. Das 8.146 pessoas beneficiadas (...) 310 estavam privadas de liberdade”, afirmou.
No final de fevereiro, a ONG Foro Penal estimava em mais de 500 o número de presos políticos libertados desde a entrada em vigor da lei promovida pelo governo da presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, que está à frente do país desde a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante o ataque perpetrado pelo Exército dos Estados Unidos no início de janeiro.
O governo insiste que a anistia “não abrange crimes futuros” e destaca que essa medida é uma oportunidade para “a convivência democrática”. Além disso, instou a “manter o caminho eleitoral como rumo institucional”.
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