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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro do Interior e da Justiça da Venezuela, Diosdado Cabello, que também lidera a secretaria-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), afirmou nesta segunda-feira que o presidente, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, retornarão “mais cedo ou mais tarde” ao país, após terem sido capturados em janeiro passado pelas forças especiais americanas.
“Enviamos uma saudação e nossas palavras de incentivo ao nosso companheiro Nicolás Maduro, presidente constitucional, e a Cilia Flores”, expressou o líder venezuelano em uma coletiva de imprensa transmitida pela emissora estatal VTV, na qual quis enviar ao presidente e à sua esposa “todo” o seu “respeito” e “carinho”.
Em seguida, o líder chavista previu que “mais cedo ou mais tarde” ambos estarão “de volta, junto ao seu povo, junto ao seu partido e junto à sua pátria”.
Por outro lado, para o próximo dia 9 de abril, o secretário-geral do PSUV convocou uma “grande mobilização” pela paz na Venezuela em todo o território nacional. A data coincide com a mobilização previamente convocada por trabalhadores e estudantes da Universidade Central da Venezuela (UCV) com o objetivo de reivindicar aumentos salariais.
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