MINISTERIO DEL INTERIOR DE VENEZUELA - Arquivo
MADRID 21 fev. (EUROPA PRESS) -
O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, informou que pelo menos um dos 177 venezuelanos deportados pelos Estados Unidos da base naval de Guantánamo, na ilha de Cuba, tem um "alerta vermelho" da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) por supostos crimes no Equador.
"Há uma pessoa com um código vermelho por um crime que cometeu no Equador", explicou, acrescentando que, por ser nacional, ele deve ser julgado de acordo com a lei venezuelana, portanto as autoridades solicitarão seu "arquivo" ao país vizinho.
Ele também garantiu que nenhum dos repatriados pertence ou tem vínculos com o grupo criminoso Tren de Aragua. "O Tren de Aragua é uma narrativa: uma narrativa vil contra nosso país", acrescentou o ministro do Interior.
Do número total de repatriados, apenas 38 têm registros policiais, a maioria deles por delitos menores. Cabello indicou anteriormente que o grupo foi recebido no Aeroporto Internacional de Maiquetia, no estado de La Guaira, vindo de Honduras, depois que seu avião fez uma escala na base em Cuba.
Após seu retorno à Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou um plano agressivo de imigração que envolve a possível repatriação de milhões de pessoas em situação irregular, muitas das quais residem nos Estados Unidos há décadas, bem como a eliminação da cidadania por nascimento.
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