Zurimar Campos/Prensa Miraflores / DPA - Arquivo
MADRID 6 out. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, denunciou uma suposta conspiração para bombardear a embaixada dos Estados Unidos em Caracas, conspiração que ele atribuiu a "setores extremistas da direita local", termo com o qual o chavismo geralmente se refere à oposição política interna.
Rodríguez, que também atua como principal mediador do governo em iniciativas de diálogo, assegurou nas redes sociais que se trataria de "uma operação de falsa bandeira", uma "grave ameaça" da qual ele já advertiu o governo de Donald Trump "por meio de três canais diferentes".
As autoridades venezuelanas entraram em contato com "uma embaixada europeia para transmitir a informação ao pessoal diplomático dos EUA, embora Washington não mantenha atualmente relações com Caracas e, portanto, sua legação não funcione normalmente".
"Reforçamos as medidas de segurança na sede diplomática, que nosso governo respeita e protege", disse Rodríguez em sua nota, sobre a qual nem as autoridades norte-americanas nem membros proeminentes da oposição venezuelana comentaram.
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