Publicado 18/03/2026 05:46

A Venezuela declara esta quarta-feira como feriado após a vitória sobre os EUA em um torneio de beisebol

17 de março de 2026, Caracas, Miranda, Venezuela: Os moradores de Caracas comemoram a vitória da Venezuela na World Baseball Classic de 2026, em Miami, Estados Unidos
Europa Press/Contacto/Jimmy Villalta

Rodríguez declara Dia Nacional de Júbilo pela vitória de Caracas no Clássico Mundial de Beisebol em Miami

MADRID, 18 mar. (EUROPA PRESS) - A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou esta quarta-feira como feriado, com exceção dos trabalhadores de serviços essenciais, em comemoração à vitória do país sobre os Estados Unidos na Clássica Mundial de Beisebol, disputada em Miami, que representou o primeiro título nesta competição para Caracas.

“Decidi decretar amanhã como Dia de Júbilo Nacional, não útil, com exceção dos trabalhadores de serviços essenciais, para que nossa juventude saia às praças, aos parques e aos campos para comemorar”, disse Rodríguez, que destacou que “a Venezuela triunfa unida”.

“Pela primeira vez somos campeões do Clássico Mundial de Beisebol. Esta conquista é a vitória da paixão, do talento e da união que nos caracterizam como venezuelanos. Uma conquista que ficará para sempre no coração do nosso país. Viva a Venezuela!”, declarou a presidente por meio de uma mensagem em suas redes sociais.

Além disso, ela publicou um vídeo no qual destacou que a população venezuelana “está realmente muito feliz” com a vitória de sua seleção naquela partida. “Quero, em nome do nosso povo, do Governo da Venezuela, agradecer e abraçar cada um dos nossos jogadores”, destacou.

“Como dizemos nós: honra ao vencido e glória ao bravo povo da Venezuela. Em frente, rapazes. Vocês representam cada céu, cada mar, cada terra desta bela pátria do nosso libertador Simón Bolívar. Parabéns!”, reforçou Rodríguez após a partida, na qual a Venezuela venceu os Estados Unidos por 3 a 2.

Rodríguez era a vice-presidente do país sul-americano até a operação lançada pelos Estados Unidos no início de janeiro contra a Venezuela, que resultou em mais de uma centena de mortos e na captura do presidente, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, transferidos para Nova York para serem julgados por acusações de “narcoterrorismo”.

Desde então, ela ocupa o cargo de presidente interina, conforme previsto na Constituição venezuelana, e liderou um processo de interinidade marcado por uma melhora nas relações, situação que levou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a aplaudir seu “bom trabalho” por permitir a exportação de “milhões” de barris de petróleo para o país norte-americano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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