PRESIDENCIA DE VENEZUELA - Arquivo
Cabello garante que as tropas americanas “não iriam levar Cilia” e que foi ela quem pediu para ser detida junto com seu marido MADRID 8 jan. (EUROPA PRESS) -
O governo da Venezuela confirmou que tanto o presidente do país, Nicolás Maduro, quanto sua esposa, Cilia Flores, ficaram feridos durante o ataque perpetrado em 3 de janeiro pelos Estados Unidos contra o país sul-americano, no qual ambos foram capturados no Palácio de Miraflores e levados para o país norte-americano. “Cilia foi ferida na cabeça e sofreu um golpe no corpo. Nicolás (sofreu) um ferimento na perna”, disse o ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello, que afirmou que ambos “estão melhorando” das “dores” sofridas por causa de “um ataque traiçoeiro” por parte de Washington.
Cabello elogiou, durante uma aparição no programa “Con el mazo dando”, transmitido pela rede de televisão pública VTV, o “heroísmo”, a “força” e a “dedicação” do mandatário, lembrando que Maduro “é o presidente constitucional” da Venezuela.
Além disso, destacou que as tropas americanas “não iriam levar Cilia” durante o assalto e acrescentou que foi ela mesma quem pediu para ser levada junto com Maduro. “Cilia disse: ‘se levarem meu marido, têm que me levar também’. Hoje, um colega disse que é provável que isso tenha salvado a vida de Nicolás”, observou.
O ministro também aplaudiu o trabalho da então vice-presidente e agora presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, durante os primeiros momentos após o assalto. Assim, ele destacou que a “querida irmã” Rodríguez pediu uma “prova de vida” do casal diante da “incerteza” em torno da situação para “informar o povo”.
“Agora, a batalha que temos neste momento é para que nos devolvam Cilia e Nicolás, Nicolás e Cilia. Exigimos que os devolvam vivos”, acrescentou Cabello, que elevou durante sua aparição para uma centena o número de mortos pelo ataque americano, entre eles mais de 30 agentes cubanos.
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