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MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades venezuelanas deram luz verde nesta quinta-feira à Embaixada dos Estados Unidos em Caracas para realizar um simulado de evacuação diante de possíveis situações médicas ou contingências “catastróficas”, o qual incluirá o sobrevoo “controlado” de duas aeronaves sobre a capital do país.
“A pedido da Embaixada dos Estados Unidos em Caracas, as autoridades nacionais competentes autorizaram a realização, no sábado, 23 de maio, de um simulado de evacuação diante de eventuais situações médicas ou contingências catastróficas, como parte dos protocolos regulares de segurança e proteção diplomática”, informou o Executivo venezuelano em um comunicado.
Nesse simulado, segundo acrescentou o texto presidencial, serão realizados sobrevoos “controlados” em Caracas por duas aeronaves que, por sua vez, realizarão suas operações de pouso na representação diplomática dos Estados Unidos.
O simulado contará com a coordenação e participação da Cruz Vermelha venezuelana “nos componentes associados ao exercício de evacuação e atendimento a emergências”. Também contará com a participação das autoridades aeronáuticas venezuelanas, responsáveis por autorizar e supervisionar os referidos sobrevoos “necessários” para o exercício.
“A presente informação é oportunamente divulgada à população venezuelana para seu devido conhecimento. Todas as coordenações correspondentes a esta atividade foram canalizadas por meio da Diretoria de Protocolo, Imunidades e Privilégios do Ministério do Poder Popular para Relações Exteriores”, precisou o comunicado do Executivo liderado pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.
Vale lembrar que foi neste último mês de março que o Governo dos Estados Unidos e as autoridades interinas da Venezuela concordaram em restabelecer relações diplomáticas e consulares com o objetivo de “promover a estabilidade, apoiar a recuperação econômica e avançar na reconciliação política” do país latino-americano.
Tudo isso se insere em um contexto de progressiva abertura de Washington em relação a Caracas, particularmente no setor energético, onde o ocupante da Casa Branca, Donald Trump, propôs-se a revitalizar a indústria petrolífera venezuelana.
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