Publicado 23/01/2026 09:56

Venezuela acusa os EUA de transformar o país em um "laboratório para o uso de armas"

Archivo - Arquivo - O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López
Jhonn Zerpa/Prensa Miraflores/dp / DPA - Arquivo

MADRID 23 jan. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, acusou nesta sexta-feira o governo dos Estados Unidos de transformar o país em um “laboratório para o uso de armas” após o ataque perpetrado no início de janeiro, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, além de dezenas de mortos.

Assim, ele afirmou que o país “foi vítima de um bombardeio sistemático” no último dia 3 de janeiro, perpetrado pelos Estados Unidos “com a ajuda da Inteligência Artificial do mais alto nível já visto em todo o planeta”, segundo o jornal venezuelano El Universal.

“O presidente dos Estados Unidos (Donald Trump) admitiu que eles usaram armas que nunca foram utilizadas em campos de batalha, que ninguém tinha no mundo. Essa tecnologia foi usada contra o povo venezuelano em 3 de janeiro de 2026”, afirmou.

Nesse sentido, ele ressaltou que se tratava de um teste próprio de um “laboratório de armas” no âmbito de “uma agressão que todos conhecemos e que teve consequências” para a Venezuela, ao mesmo tempo em que destacou a importância de implementar medidas que permitam reforçar o Exército venezuelano para se defender diante desse tipo de cenário.

O próprio Trump afirmou na quarta-feira, durante o Fórum Econômico Mundial — também chamado de Fórum de Davos —, que os Estados Unidos possuem armas avançadas que não são conhecidas publicamente e que usaram armas “sem precedentes” em sua operação na Venezuela. “Há duas semanas, foram usadas armas sem precedentes na Venezuela. Tudo era um caos, eles não podiam responder”, enfatizou na ocasião.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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