Jhonn Zerpa/Prensa Miraflores/dp / DPA - Arquivo
MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, acusou as autoridades norte-americanas de criar "falsos positivos" para justificar uma "agressão militar" contra o país, depois que o exército dos EUA atacou um navio supostamente operado pela organização venezuelana Tren de Aragua no Caribe e supostamente carregado de drogas.
"Com o apoio de setores da ultradireita, foram divulgadas informações sobre a suposta presença de um helicóptero dos EUA perto de uma dependência federal venezuelana", advertiu Padrino, que apontou para a possibilidade de Washington tentar danificar a aeronave para gerar um "incidente" que "provocaria um aumento na tensão".
Ele enfatizou que esse tipo de manobra faz parte do "roteiro de guerra tradicional" de Washington, fazendo alusão ao incidente no Golfo de Tonkin em 1964, que serviu "para justificar a intervenção militar no Vietnã", conforme explicou em um comunicado.
Nesse sentido, ele rejeitou o que descreveu como "operações psicológicas" e "guerra cognitiva" com o objetivo de gerar "ansiedade entre a população e criar cenários fictícios sob o pretexto da luta contra o tráfico de drogas, quando na realidade o objetivo é a mudança forçada de regime".
"Seguindo as diretrizes do presidente Nicolás Maduro, as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas permanecem "vigilantes, em alerta máximo" e com a firme disposição de defender a integridade territorial em união cívico-militar-policial. A Venezuela não é uma ameaça, nós somos a esperança", disse ele.
"Nós nos apegamos à nossa tradição pacifista, mas com a determinação irredutível de garantir a liberdade, a soberania e a independência da pátria", concluiu.
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