MADRID 30 jul. (EUROPA PRESS) -
O ministro venezuelano das Relações Exteriores, Yván Gil, denunciou nesta terça-feira o "sequestro" de 33 menores venezuelanos em território norte-americano, que teriam sido separados de suas famílias ao serem deportados, e acusou o encarregado de negócios dos Estados Unidos na Colômbia, John McNamara, do que qualificou como uma "prática criminosa, desumana e ilegal".
"O governo dos EUA mantém 33 crianças venezuelanas como reféns em seu território, separadas de suas famílias, em violação aberta do direito internacional, dos direitos humanos e até mesmo de suas próprias leis", disse ele em uma nota publicada em seu canal do Telegram como uma "denúncia urgente", na qual exigiu que Washington "(as) libertasse imediata e incondicionalmente".
O chefe da diplomacia venezuelana apontou John McNamara como o "autor material desse crime, diretamente responsável por manter essa situação ilegal e profundamente imoral" em uma declaração na qual denunciou "uma prática criminosa, desumana e ilegal, imprópria de um Estado que afirma ser defensor das liberdades enquanto atropela os direitos mais básicos das crianças".
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