Europa Press/Contacto/Beata Zawrzel
MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, declarou nas últimas horas que interromper o financiamento e o envio de armamento à Ucrânia é uma das coisas das quais se sente “mais orgulhoso”.
“É uma das coisas das quais me sinto mais orgulhoso por termos feito neste governo. Dissemos à Europa que, se quiserem comprar armas, podem fazê-lo, mas os Estados Unidos já não compram armas nem as enviam para a Ucrânia”, afirmou ele em um evento da organização conservadora Turning Point USA.
“Nós nos retiramos desse negócio”, concluiu o vice-presidente dos Estados Unidos ao relembrar um episódio em que um cidadão ucraniano-americano o repreendeu por Washington ter suspendido a ajuda à Ucrânia, segundo imagens do evento publicadas nas redes sociais.
“Ele estava apontando o dedo para mim, dizendo: ‘Você tem que apoiar o meu país. Você deve apoiar o meu país', e eu disse a ele: 'Senhor, com todo o respeito, se o senhor é americano, o seu país são os Estados Unidos da América, não o lugar de onde o senhor emigrou'", relatou ele, sob os aplausos dos presentes.
Com seu retorno à Casa Branca em janeiro de 2025 e após perceber que não cumpriria sua promessa de encerrar a guerra em poucos dias, Trump intensificou suas críticas ao presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, por seu suposto desinteresse em pôr fim ao conflito, e deixou de financiar e fornecer armamento diretamente à Ucrânia.
No entanto, em colaboração com seus parceiros da OTAN, ele lançou o programa PURL, por meio do qual os países europeus e o Canadá comprariam armamento prioritário de fabricação americana para entregá-lo à Ucrânia.
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