Publicado 29/05/2026 06:41

A usina de Zaporizhia fica novamente sem energia externa, enquanto a Rússia denuncia ataques em Energodar

Archivo - Arquivo - 3 de julho de 2023, Zaporijia, Região de Zaporizhia, Ucrânia: A usina nuclear de Zaporizhia-Enerhodar vista da margem direita do rio Dnieper, perto de Nikopol, com o reservatório de Kakhovka em primeiro plano, que secou desde a destrui
Europa Press/Contacto/Nicolas Cleuet - Arquivo

MADRID 29 maio (EUROPA PRESS) -

A agência nuclear das Nações Unidas confirmou que a usina ucraniana de Zaporizhia, sob controle da Rússia, ficou sem sua única linha de alimentação externa durante uma hora na noite passada “por causas desconhecidas”, que Moscou atribuiu a uma onda de ataques ucranianos contra a cidade de Energodar, onde a usina está localizada.

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, lembrou que, com esse corte, a usina ficou, desde o início da invasão russa em 2022, um total de 16 vezes sem fornecimento através de sua única linha externa de energia, essencial para que a usina funcione normalmente.

Em casos como o da noite passada, os geradores a diesel são acionados para preservar um mínimo de estabilidade na usina, mas o diretor-geral alertou que esse não é, de forma alguma, um método alternativo infalível. “A segurança nuclear continua precária”, concluiu Grossi.

Por sua vez, a chefe de comunicações da direção russa da usina nuclear, Yevgeniya Yashina, garantiu que os incidentes das últimas horas têm o Exército ucraniano como único culpado. A onda de bombardeios noturnos, denunciou ela, “foi direcionada contra infraestruturas e telhados, mas não há danos críticos nem vítimas fatais”.

Quanto à usina nuclear, “os níveis de radiação estão normais” e a usina “está sob controle” desde esta manhã, segundo declarou à agência russa TASS. Os ataques ucranianos, além disso, parecem ter diminuído nas últimas horas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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