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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) informou a seus funcionários no exterior que eles serão demitidos em meados de agosto, como parte das drásticas políticas de corte implementadas pela administração de Donald Trump e pelo Departamento de Eficiência Governamental de Elon Musk.
Os funcionários não americanos que trabalham nas delegações da USAID no exterior representam mais de 40% da força de trabalho total da agência, que o governo Trump pretende desmantelar completamente e passar grande parte de suas funções para o Departamento de Estado.
Muitas dessas pessoas, que foram notificadas de sua demissão por e-mail, trabalham para a USAID há décadas e atuam como seus representantes no campo, aproveitando seus contatos e conhecimento do idioma e dos costumes locais.
"É um desperdício de talento", disse um funcionário da USAID, que considerou as demissões "especialmente insultantes para aqueles que estão em lugares perigosos" e ainda assim continuam a trabalhar. "Eles ficarão sem nada", lamentou, de acordo com a CNN, que teve acesso à carta de demissão.
Há algumas semanas, a USAID já havia anunciado que grande parte de seus funcionários perderia o emprego como resultado dessa política de cortes, o que significaria a destruição de cerca de 1.600 postos de trabalho. A agência emprega mais de 10.000 pessoas, com cerca de 4.800 contratações diretas dentro e fora dos Estados Unidos.
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