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MADRID 13 set. (EUROPA PRESS) -
A Universidade da Califórnia-Berkeley entregou à administração federal a documentação com os nomes de 160 estudantes e funcionários dessa instituição de ensino que supostamente estão envolvidos em casos de antissemitismo, seja como vítimas ou como autores, informa o 'The New York Times'.
A própria universidade informou que essas 160 pessoas foram notificadas de que seus nomes aparecem nos documentos enviados ao Departamento de Educação como parte da investigação federal aberta após os protestos pró-palestinos nos campi universitários.
O governo federal dos EUA ameaçou várias universidades com a retenção de verbas federais e a capacidade de admitir estudantes estrangeiros após acusar essas universidades, em sua maioria de elite, de promover doutrinação e antissemitismo.
As autoridades tornaram mais rígidos os padrões de direitos civis do governo federal nas instituições de ensino superior na esteira das manifestações pró-palestinas no contexto da ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.
O governo já cortou o financiamento de várias universidades, incluindo a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), por supostamente violar as leis antidiscriminatórias em meio aos grandes protestos pró-palestinos.
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