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MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) - A subsecretária de Assuntos Públicos do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Tricia McLaughlin, firme defensora das políticas migratórias do presidente Donald Trump, deixará o cargo em meio a críticas ao governo liderado pelo magnata republicano após duas mortes no estado de Minnesota.
Sua saída estava prevista para dezembro, mas os tiroteios que resultaram na morte do enfermeiro Alex Pretti e de Renee Good — o primeiro pelas mãos de um agente da Patrulha de Fronteira e a segunda por tiros do Serviço de Controle de Imigração e Alfândega (ICE) — prolongaram sua permanência no cargo.
McLaughlin tem sido a cara visível — junto com a secretária de Segurança Nacional, Kristi Noem — da agenda de deportações em massa e detenções de migrantes irregulares no país impulsionada por Trump, segundo a CNN.
O conhecido como “czar das fronteiras”, Tom Homan, anunciou na semana passada o fim da operação realizada no estado de Minnesota e batizada de “Metro Surge”, numa tentativa de acalmar os ânimos após a morte a tiros de Pretti e Good. A pasta dirigida por Kristi Noem tem sido o centro do debate nos últimos meses. Os democratas questionaram o Departamento de Segurança Nacional por classificar esses incidentes como “terrorismo doméstico” e criticaram o fato de os agentes usarem máscaras durante as operações contra a migração irregular.
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