Publicado 16/05/2025 06:53

Uma nova lei contra ataques cibernéticos permitirá que o governo japonês investigue as comunicações entre países.

Archivo - Arquivo - 29 de novembro de 2024, Tóquio, Japão: O primeiro-ministro japonês Shigeru Ishiba faz seu discurso político durante a sessão extraordinária da câmara baixa do parlamento no prédio da Dieta Nacional.
Europa Press/Contacto/Rodrigo Reyes Marin

MADRID 16 maio (EUROPA PRESS) -

O parlamento do Japão aprovou na sexta-feira uma lei de defesa preventiva contra ataques cibernéticos que dará ao governo a capacidade de interceptar comunicações entre servidores em países estrangeiros e neutralizar "servidores de dados hostis" no caso de um ataque.

De acordo com a agência de notícias oficial japonesa Kyodo, a intenção do governo é se tornar uma entidade "totalmente operacional" contra ataques cibernéticos até 2027 e essa nova lei faz parte da estrutura legal que será estabelecida nesse sentido.

A nova lei permitirá não apenas a análise de dados de servidores japoneses usados para a troca de informações entre dois países estrangeiros, mas também de dados enviados do Japão para países estrangeiros.

As comunicações domésticas estão fora do escopo dessa lei, que se limita a monitorar o fluxo de dados brutos e não a comunicação na forma de mensagens de texto, como e-mails, cujo conteúdo não pode, de forma alguma, ser investigado pelas autoridades.

A lei também prevê a configuração prévia de uma comissão de especialistas independentes que deve dar sua aprovação tanto ao monitoramento de dados suspeitos quanto a qualquer ação que o governo japonês decida tomar para neutralizar "servidores inimigos".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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