Publicado 09/09/2026 09:46

Uma associação militar denuncia duas agressões a soldados destacados em Ceuta por parte de imigrantes

Um militar vigia a fronteira entre a Espanha e o Marrocos, em 8 de setembro de 2026, em Ceuta (Espanha). O rei Felipe VI se reuniu na segunda-feira com a ministra da Defesa, Margarita Robles, e autoridades militares para analisar a situação em Ceuta d
Marcos Moreno - Europa Press

MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -

A Associação de Soldados e Marinheiros Espanhóis (ATME) denunciou nesta quarta-feira que dois militares destacados em Ceuta devido à crise decorrente da entrada em massa foram agredidos por imigrantes.

O presidente da associação, Marco Antonio Gómez, explicou em um vídeo que as agressões ocorreram no domingo. Um militar da Unidade de Regulares foi agredido por “um imigrante” que ele havia “interceptado” diante de “uma situação muito suspeita”. Segundo explicou o presidente da ATME, o militar sofreu uma luxação nos cotovelos, o que exigiu atendimento médico, e o suposto agressor foi detido.

Horas depois, outro militar da Legião foi agredido por “um imigrante” com spray de pimenta na região do bairro do Príncipe, segundo Gómez. O militar também precisou de atendimento médico e o suposto agressor foi igualmente detido.

O presidente da ATME afirmou que foi imposta “uma lei do silêncio não escrita” para “não informar e abafar” as agressões a membros das Forças Armadas na cidade autônoma, e alertou que sua associação “não tolerará” essa situação, ao mesmo tempo em que incentivou os militares a denunciarem os casos. Já foram registrados vários ataques contra as Forças Armadas em Ceuta.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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