Marcos Moreno - Europa Press
MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -
A Associação de Soldados e Marinheiros Espanhóis (ATME) denunciou nesta quarta-feira que dois militares destacados em Ceuta devido à crise decorrente da entrada em massa foram agredidos por imigrantes.
O presidente da associação, Marco Antonio Gómez, explicou em um vídeo que as agressões ocorreram no domingo. Um militar da Unidade de Regulares foi agredido por “um imigrante” que ele havia “interceptado” diante de “uma situação muito suspeita”. Segundo explicou o presidente da ATME, o militar sofreu uma luxação nos cotovelos, o que exigiu atendimento médico, e o suposto agressor foi detido.
Horas depois, outro militar da Legião foi agredido por “um imigrante” com spray de pimenta na região do bairro do Príncipe, segundo Gómez. O militar também precisou de atendimento médico e o suposto agressor foi igualmente detido.
O presidente da ATME afirmou que foi imposta “uma lei do silêncio não escrita” para “não informar e abafar” as agressões a membros das Forças Armadas na cidade autônoma, e alertou que sua associação “não tolerará” essa situação, ao mesmo tempo em que incentivou os militares a denunciarem os casos. Já foram registrados vários ataques contra as Forças Armadas em Ceuta.
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