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Os republicanos recorreram da medida alegando que ela havia sido elaborada por motivos raciais para ganhar votos em distritos de maioria latina MADRID 15 jan. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal federal de Los Angeles validou os mapas eleitorais aprovados pelo Congresso do estado da Califórnia e promovidos pelo governador democrata, Gavin Newsom, uma decisão rejeitada pela administração de Donald Trump, que considera a medida “inconstitucional”.
O Partido Republicano havia apresentado uma petição ao tribunal argumentando que os novos mapas aprovados pelo Congresso da Califórnia eram inconstitucionais e que buscavam beneficiar os democratas nas eleições de meio de mandato com base na composição racial dos distritos, a fim de ganhar votos da comunidade latina.
“As provas apresentadas refletem que a proposta foi uma estratégia política concebida exclusivamente para reverter cinco cadeiras republicanas para as mãos dos democratas”, diz a decisão da juíza do distrito central da Califórnia, Josephine Staton, segundo o jornal The New York Times.
A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, mostrou nesta quinta-feira seu desacordo com a decisão, emitida na véspera. “A Califórnia projetou de forma inadmissível seu novo mapa do Congresso com base na raça. Isso é inconstitucional. Estamos analisando todas as opções legais”, afirmou.
A chamada “Lei de Resposta à Manipulação Eleitoral” ou Proposta 50, promovida pelo governador democrata Gavin Newsom, foi aprovada pelos eleitores da Califórnia em resposta a uma iniciativa semelhante proposta pelo Partido Republicano no estado do Texas para obter até cinco cadeiras adicionais nas eleições de 2026.
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