Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy
As autoridades de Gaza elevam para cerca de 450 o número de mortos desde a entrada em vigor do cessar-fogo em outubro MADRID 14 jan. (EUROPA PRESS) -
Um trabalhador médico palestino morreu nesta quarta-feira na Faixa de Gaza devido a tiros disparados pelo Exército de Israel, apesar do cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro de 2025, na sequência do acordo com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) para aplicar a primeira fase da proposta dos Estados Unidos para o enclave.
De acordo com informações recolhidas pela agência de notícias palestina WAFA, o falecido é Hatem abú Salé, que trabalhava no Hospital Naser e foi baleado na zona leste da cidade de Jan Yunis, situada no sul de Gaza, sem que Israel se tenha pronunciado até ao momento sobre o incidente.
As autoridades de Gaza, controladas pelo Hamas, elevaram nesta quarta-feira para 449 o número de mortos e 1.246 o de feridos desde a entrada em vigor do cessar-fogo, momento a partir do qual também foram recuperados 710 cadáveres das zonas de onde as tropas israelenses se retiraram.
O Ministério da Saúde de Gaza também estimou em 71.439 o número de mortos e em 171.324 o de feridos desde o início da ofensiva de Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023, que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, de acordo com dados publicados pelas autoridades israelenses.
Nesse sentido, indicou em um comunicado que, nas últimas 24 horas, foi confirmada a morte de uma pessoa devido ao desabamento de um edifício danificado pela ofensiva israelense e pelas chuvas e ventos das tempestades que assolam o enclave, elevando para 25 o número de mortos nesse tipo de incidente desde o início do inverno.
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