EJÉRCITO DE TIERRA - Arquivo
SEVILLA 2 ago. (EUROPA PRESS) -
Um funcionário da prisão de Morón (Sevilha II) foi vítima de agressão por parte de um detento na sexta-feira passada, 1º de agosto, às 18 horas. Este incidente regimental foi confirmado à Europa Press por fontes penitenciárias, que acrescentaram que o trabalhador foi posteriormente atendido pela equipe de saúde do próprio Centro, para depois deixar o serviço.
Além disso, segundo narra em uma nota de imprensa a União Acaip, majoritária na prisão de campo e na província de Sevilha, este preso "com problemas mentais", protagonizou uma "agressão brutal".
Da mesma forma, nas palavras do Sindicato, "ele se aproximou surpreendentemente por trás do funcionário, cercando seu pescoço com as duas mãos fazendo-o estrangular, ao mesmo tempo em que proferia ameaças de morte e de conotação sexual", como por exemplo "você não vai me estuprar, eu vou te matar". De acordo com a Acaip, "além de ser estrangulado, durante a luta, o policial levou vários socos".
Após esse incidente regimental, o agente penitenciário "conseguiu fugir do preso graças aos seus conhecimentos de autodefesa (adquiridos por iniciativa própria por meio de treinamento especializado fora do âmbito da administração) e à rápida intervenção dos chefes de serviços e colegas", diz o Sindicato.
Como resultado, o sindicato alega que o trabalhador "sofreu lesões na região cervical, dorsal, lombar do CP e irritação da garganta, compatíveis com estrangulamento".
Por fim, a Acaip opinou que "é totalmente inconcebível que um detento com esse histórico esteja localizado em um módulo de segurança mínima, especialmente em um Centro como Morón e em fatos recentes envolvendo detentos com perfil de desajuste".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático