Publicado 24/08/2026 07:52

Um palestino morre em um novo bombardeio de Israel contra Gaza, apesar do acordo de cessar-fogo

As autoridades de Gaza acusam Israel de cometer mais de 4.400 “violações” do acordo, com mais de 1.285 mortos

Archivo - Arquivo - GAZA, 15 de junho de 2026  -- Palestinos carregam o corpo de uma vítima morta em um ataque aéreo israelense, no hospital Al-Shifa, na cidade de Gaza, em 14 de junho de 2026. Fontes médicas das autoridades de saúde de Gaza informaram no
Europa Press/Contacto/Rizek Abdeljawad - Arquivo

MADRID, 24 ago. (EUROPA PRESS) -

Pelo menos uma pessoa morreu nesta segunda-feira em consequência de um novo ataque perpetrado pelo Exército de Israel contra uma barraca usada por deslocados no centro da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025.

Segundo informações coletadas pela agência de notícias palestina WAFA, o ataque atingiu um local próximo ao Hospital Mártires de Al Aqsa, na cidade de Deir al Balá, sem que Israel tenha se pronunciado até o momento sobre o bombardeio.

A assessoria de imprensa das autoridades de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), acusou nesta mesma segunda-feira Israel de cometer cerca de 4.400 “violações do acordo de cessar-fogo”, resultando em um total de 1.286 mortos e 4.257 feridos desde então.

Além disso, destacou em um comunicado nas redes sociais que “apenas 66,07 caminhões dos 189.000 que deveriam ter entrado cruzaram para a Faixa de Gaza”, enquanto apenas 11.759 dos 29.800 palestinos que deveriam ter recebido permissão para sair do enclave conseguiram atravessar o posto de Rafá, na fronteira com o Egito.

“Condenamos veementemente a política sistemática da ocupação de atacar e exterminar o povo palestino, bem como sua política de assassinatos contínuos e ininterruptos”, afirmou, antes de exigir que os mediadores “obrigem” Israel a “cumprir todos os termos do acordo e cessar suas violações”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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