Publicado 18/09/2026 05:21

Um navio filipino e uma embarcação da Guarda Costeira chinesa colidem no Mar da China Meridional

Archivo - Arquivo - MAR DA CHINA MERIDIONAL, 16 de agosto de 2026  -- Uma foto aérea tirada por um drone em 12 de agosto de 2026 mostra as embarcações da Guarda Costeira da China, Hailing (abaixo) e Xisha, realizando operações de transferência enquanto pa
Wang Peng / Xinhua News / Europa Press - Arquivo

MADRID 18 set. (EUROPA PRESS) -

Um navio filipino e uma embarcação da Guarda Costeira chinesa (CCG) colidiram nesta sexta-feira em águas próximas ao recife Sabina, no Mar da China Meridional, um atol que Pequim denomina Xianbin Jiao e cuja soberania é objeto de disputa entre os dois países.

A CCG informou sobre o incidente, acusando o navio filipino de “ignorar repetidas advertências”. “De repente, ele cruzou na frente da proa de uma embarcação da Guarda Costeira, provocando uma colisão”.

As autoridades chinesas responsabilizaram a parte filipina por essas ações, alegando que “violaram gravemente o direito internacional e colocaram em risco a segurança das embarcações” chinesas, informa o jornal “Global Times”.

Pequim instou Manila a “por fim a todos os atos de invasão e provocação”, alertando que esse incidente trará “consequências”.

Esse episódio se insere no contexto das tensões entre os dois países, já que a China reivindica a maior parte das águas da região, considerando-as parte de seu território por estarem dentro da chamada “linha dos nove pontos” que aparece nos mapas da gigante asiática, uma linha traçada por Pequim que reivindica como sua a região do Mar da China Meridional, incluindo as ilhas Paracel e Spratly.

As relações entre a China e as Filipinas continuam, portanto, marcadas por confrontos contínuos. Por sua vez, Manila acusou Pequim de obstruir suas missões de abastecimento de tropas dentro do que considera sua zona econômica exclusiva.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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