MADRID 3 out. (EUROPA PRESS) -
Um milhão de pessoas se juntaram aos protestos na Itália na sexta-feira como parte da greve geral convocada em solidariedade à Flotilha Global, interceptada dias antes na costa de Gaza pela marinha israelense ao tentar romper o bloqueio da Faixa de Gaza.
A greve causou vários contratempos em todo o país, especialmente no que diz respeito ao transporte público nas principais cidades, como Roma e Milão, de acordo com informações do jornal italiano "La Repubblica".
Além disso, centenas de manifestações foram convocadas ao longo do dia em dezenas de cidades italianas, de modo que se estima que mais de um milhão de pessoas já tenham saído às ruas para protestar.
O principal sindicato da Itália, a Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL), que está por trás da convocação, enfatizou que essa greve é uma "resposta direta à interceptação da flotilha", acusando as autoridades italianas de "abandonar os trabalhadores italianos em águas internacionais".
A Itália já passou por uma greve em 22 de setembro em apoio à causa palestina, mas essa greve foi apoiada apenas pelo Union Sindicale di Base (USB), portanto, a greve desta sexta-feira está sendo mais massiva.
No entanto, o governo criticou a medida, dizendo que ela causará "inúmeros inconvenientes". A primeira-ministra, Giorgia Meloni, criticou o fato de a greve ter sido convocada para uma sexta-feira. "O fim de semana prolongado e a revolução não andam de mãos dadas", disse ela.
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