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MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
Um júri popular do estado de Nevada, no oeste dos Estados Unidos, declarou nesta segunda-feira Duane 'Keffe D' Davis, ex-líder da gangue California South Side Compton Crips, culpado de homicídio doloso pelo assassinato do rapper americano Tupac Shakur, ocorrido em setembro de 1996.
Assim, três décadas após a morte do artista, o réu — único indiciado por esse homicídio —, acusado de planejar a morte com arma letal, com a agravante de ter a intenção de promover, incentivar ou auxiliar uma quadrilha criminosa no assassinato da lenda do hip-hop — foi considerado culpado após o júri ouvir as alegações finais, conforme informa a rede CNN.
Nessas alegações, a Promotoria sustentou que as provas circunstanciais e as próprias confissões de Davis o ligam ao crime, enquanto a defesa considerou que as versões de seu cliente são, na verdade, uma história inventada.
Agora, após o veredicto do júri popular, caberá ao juiz determinar a pena definitiva a ser imposta a Duane ‘Keffe D’ Davis, que foi preso no ano de 2023 por seu, suposto envolvimento no tiroteio que tirou a vida do músico, que na época tinha apenas 25 anos.
Shakur é considerado um dos rappers mais importantes e influentes da história do rap. Suas músicas se caracterizavam por denunciar problemas sociais da época. Ele iniciou sua carreira musical em janeiro de 1991 e, entre seus sucessos, destacam-se músicas como “Changes”, “Old School” ou “So Many Tears”, bem como a faixa “Thugz Mansion”, lançada postumamente, na qual ele imagina-se dizendo à mãe para não chorar, pois ele está bem no céu após sua morte.
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