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MADRID 25 jan. (EUROPA PRESS) - Um juiz nomeado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, proibiu as agências governamentais que investigam a morte a tiros, no último sábado, do enfermeiro Alex Pretti por agentes federais em Minneapolis, de destruir ou alterar as provas recolhidas sobre o incidente.
A ordem emitida esta madrugada pelo juiz Eric Tostrud afeta o FBI, o Departamento de Justiça e o Departamento de Segurança Nacional, sob cujas ordens atua o serviço anti-imigração (ICE). Os agentes desta unidade mataram a tiros o enfermeiro no sul da cidade, no meio de uma operação altamente questionada contra a imigração ilegal na cidade.
Todos eles estão proibidos, de acordo com o documento judicial, de “destruir ou alterar as provas relacionadas com o tiroteio fatal em que estiveram envolvidos agentes federais”, admitindo assim o pedido formulado pelas autoridades locais de Minnesota, concretamente o Gabinete para a Captura de Criminosos e a Procuradoria do Condado de Hennepin.
As autoridades municipais e estaduais agiram dessa forma porque há semanas vêm denunciando que o ICE está se apropriando das investigações sobre casos de violência extrema de seus agentes durante suas operações e não compartilha nenhuma informação com os serviços locais de lei e ordem, o que tem despertado preocupação sobre uma possível manipulação de provas.
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