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MADRID, 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O porta-voz do governo japonês, Minoru Kihara, informou nesta terça-feira sobre a libertação sob fiança de um cidadão japonês detido em janeiro e que, segundo várias fontes, seria o chefe da redação em Teerã da emissora pública japonesa NHK, Shinnosuke Kawashima, preso em janeiro de 2026, apesar de Kihara não ter querido identificá-lo “por respeito à sua privacidade”.
“A Embaixada do Japão no Irã confirmou que o cidadão japonês detido pelas autoridades iranianas em 20 de janeiro foi libertado sob fiança em 6 de abril, horário local, e que o embaixador iraniano se reuniu posteriormente com ele e confirmou que não apresenta problemas de saúde”, declarou em coletiva de imprensa o porta-voz do Executivo japonês, conforme noticiado pela NHK.
No entanto, questionado se se trata do chefe da redação da NHK em Teerã, Kihara decidiu abster-se de dar mais detalhes “por respeito à sua privacidade”.
A emissora, por sua vez, incluiu uma breve declaração própria sobre a revelação na mesma notícia: “Não temos nada a dizer neste momento. Continuaremos cumprindo nossa missão jornalística de contribuir para a conquista da paz, tomando todas as medidas possíveis para garantir a segurança de nosso pessoal e funcionários”, diz a declaração.
No entanto, o governo japonês anunciou em março que dois de seus cidadãos estavam detidos no Irã, e um deles retornou ao Japão em 22 de março. Da mesma forma, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou em fevereiro que Shinnosuke Kawashima havia sido detido pelas autoridades iranianas em 20 de janeiro, a mesma data citada por Kihara.
Nesse sentido, a agência japonesa Kyodo identificou o japonês colocado sob fiança como o próprio Kawashima, citando fontes governamentais para afirmar que ele foi acusado de crimes relacionados à segurança e que deve comparecer perante um tribunal.
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