Publicado 22/05/2025 07:34

Um dos diplomatas israelenses assassinados em Washington era de nacionalidade alemã.

21 de maio de 2025, EUA, Washington: A polícia de Washington DC responde a um duplo tiroteio que deixou dois funcionários da embaixada israelense mortos após um evento no Museu Judaico do Capitólio. Foto: Andrew Leyden/ZUMA Press Wire/dpa
Andrew Leyden/ZUMA Press Wire/dp / DPA

MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -

Um dos dois funcionários da embaixada israelense nos Estados Unidos que foram mortos a tiros na quarta-feira do lado de fora do Museu Judaico também era cidadão alemão, de acordo com fontes diplomáticas da Alemanha, de onde o chanceler Friedrich Merz enviou uma mensagem de condenação pelo ataque "atroz".

As vítimas foram identificadas como Yaron Lischinski e Sarah Milgrim, companheira e funcionária da embaixada. Lischinski tinha passaporte alemão, segundo fontes consultadas pela agência de notícias DPA, e, de acordo com a Sociedade Germano-Israelense, morava há anos no estado da Baviera.

Merz confessou ter ficado "chocado" em sua primeira reação ao duplo crime, que ele postou nas redes sociais. "A essa altura, devemos presumir que houve uma motivação antissemita", disse o chanceler, depois que a polícia dos EUA informou que o principal suspeito do ataque, que já foi preso, gritou "Libertem a Palestina" durante o procedimento de prisão.

Mensagens de condolências também se espalharam por outros países europeus, como a França, cujo presidente, Emmanuel Macron, também falou de um "ataque antissemita". Ele ofereceu suas condolências ao seu colega israelense, Isaac Herzog, e às famílias e parentes das duas vítimas.

Por sua vez, a Alta Representante da UE para Política Externa, Kaja Kallas, disse estar "chocada", enfatizando em uma mensagem nas redes sociais que "não há e não deve haver espaço em nossas sociedades".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado