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MADRID 27 jan. (EUROPA PRESS) - O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, anunciou nesta segunda-feira a morte de um combatente do Exército de Libertação Nacional (ELN) em combates com as Forças Armadas na região de Arauca, na fronteira com a Venezuela.
As tropas colombianas conseguiram “neutralizar um membro do ELN” durante uma série de confrontos desencadeados no âmbito de uma operação no município de Tame, segundo indicou o ministro nas redes sociais, onde também comemorou que as forças de segurança tenham “enfraquecido significativamente” essa organização paramilitar.
“Este resultado afeta diretamente a capacidade operacional dessa estrutura, ao reduzir seu poder de fogo, limitar sua mobilidade e alterar seus esquemas de intimidação contra a população civil e as forças públicas, impactando também suas linhas de controle territorial e logística criminosa na região”, precisou ele a respeito.
Além do Exército, a Marinha, a Força Aérea e a Polícia da Colômbia participaram de forma coordenada nessas operações, que também resultaram na “apreensão de armamento que fortalecia sua capacidade criminosa: um fuzil, três carregadores e material de intendência” do ELN.
Sánchez aproveitou para fazer um apelo aos membros da guerrilha para que “se desmobilizem, se submetam à legalidade e salvem suas vidas”. “Sempre existe uma alternativa”, defendeu. Os confrontos entre o ELN e o governo da Colômbia se intensificaram no último mês, ao mesmo tempo em que as negociações de paz também se tornaram mais tensas. No dia 12 de janeiro, o presidente colombiano, Gustavo Petro, rejeitou a proposta de Acordo Nacional apresentada pela guerrilha para superar o “conflito social, político e armado” e alertou que poderia haver ações militares conjuntas com a Venezuela se o ELN “não se unisse à paz, abandonando” o país vizinho.
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