Publicado 28/10/2025 10:33

Um chefe de serviços de emergência afirma que o governo pediu que o Es Alert fosse enviado uma hora e meia antes.

Archivo - Arquivo - A ravina de Poyo ao passar por Paiporta (Valência)
CONFEDERACIÓN HIDROGRÁFICA DEL JÚCAR - Arquivo

VALÈNCIA 28 out. (EUROPA PRESS) -

Um chefe do serviço de coordenação do '112 Comunitat Valenciana' afirmou ao juiz da dana que a Delegação do Governo alegou enviar o Alerta Es à população às 18h34, uma hora e meia antes de ser enviado, o que finalmente aconteceu às 20h11, quando as pessoas já haviam morrido.

A testemunha, que também participou telematicamente no dia da inundação no Centro de Coordenação Operacional Integrado (Cecopi), fez essa declaração em seu depoimento perante o chefe do tribunal número 3 de Catarroja, responsável por investigar a gestão da inundação catastrófica que deixou 229 pessoas mortas e grandes danos materiais.

Durante seu depoimento, a testemunha indicou, de acordo com a Europa Press, que o chefe da Proteção Civil solicitou a mensagem para alertar a população às 18h34 e recebeu como resposta do Cecopi que estava sendo gerenciada.

Ele também afirmou que naquele dia estava em contato com o ex-secretário regional, Emilio Argüeso, que está sendo investigado no processo, para enviar-lhe informações sobre as chuvas. Ele também comentou que, em uma ocasião, pediu-lhe informações, na manhã da chuva, sobre a rota de Valência a Xàtiva "para a Presidência", disse ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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