Europa Press/Contacto/Andre M. Chang
((Esta notícia substitui a anterior sobre o mesmo assunto devido a um erro no título e no corpo do texto. Pedimos desculpas pelo transtorno)) MADRID, 16 (EUROPA PRESS)
O governo da Austrália afirmou nesta segunda-feira que não enviará navios para proteger os petroleiros que tentarem atravessar o estreito de Ormuz diante do bloqueio à navegação imposto pelo Irã — como retaliação aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra a República Islâmica —, enquanto o Japão também sinalizou que não está considerando essa medida por enquanto, embora seja possível.
A ministra dos Transportes da Austrália, Catherine King, informou neste domingo que seu governo não enviará embarcações ao Estreito de Ormuz para proteger os petroleiros dos ataques iranianos, segundo reportagem da rede estatal australiana de rádio e televisão ABC.
Por sua vez, o ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, esclareceu que seu governo também não está considerando enviar navios para escoltar os petroleiros em Ormuz neste momento “dada a situação atual no Irã”, embora tenha admitido que isso seria possível mediante a emissão de uma ordem de segurança marítima, conforme informou a agência de notícias Kyodo.
Essa recusa ocorre um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma missão naval para proteger os navios ao passarem pelo estreito, à qual pediu que outros países afetados pelo fechamento de Ormuz se juntassem. “Com sorte, China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países afetados por essa restrição artificial enviarão navios para a zona”, enumerou Trump.
Nas últimas horas, o governo francês também se pronunciou para negar que participará da iniciativa de Trump por meio de um comunicado do Ministério das Relações Exteriores.
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