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Kallas critica um “regime iraniano que assassinou milhares de pessoas” enquanto apela à proteção de todos os civis MADRID 28 fev. (EUROPA PRESS) -
A chefe diplomática da União Europeia, Kaja Kallas, anunciou a retirada do pessoal diplomático não essencial da UE no Oriente Médio e a colocação em alerta da missão “Aspides” no Mar Vermelho diante da operação militar desencadeada contra o Irã pelos Estados Unidos e Israel, que agora está se expandindo por toda a região com ataques iranianos contra Israel e vários países árabes.
Na primeira reação de Bruxelas a esses ataques, Kallas alertou que “os últimos acontecimentos são perigosos” antes de condenar um “regime iraniano que assassinou milhares de pessoas” e denunciar seus “programas de mísseis balísticos e nucleares” que, juntamente com seu apoio a grupos terroristas, representam uma grave ameaça à segurança mundial.
A este respeito, Kallas recorda que “a UE adotou sanções severas contra o Irão e apoiou soluções diplomáticas, incluindo na questão nuclear”.
A Alta Representante informou que já falou com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, e outros ministros da região, no início de uma iniciativa “estreitamente coordenada com os parceiros árabes da UE para explorar vias diplomáticas”. “A proteção dos civis e o direito internacional humanitário são prioritários”, afirmou Kallas. “Nossa rede consular está totalmente comprometida em facilitar a saída dos cidadãos da UE, e o pessoal não essencial da UE está se retirando da região”, acrescentou. Por fim, Kallas informou que a missão naval “Aspides” “permanece em alerta máximo no Mar Vermelho e está pronta para ajudar a manter aberto o corredor marítimo” na zona.
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