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BRUXELAS 3 out. (EUROPA PRESS) -
Os Estados membros da União Europeia renovaram nesta sexta-feira as sanções contra indivíduos e entidades ligadas à interferência russa e à interferência no exterior, incluindo assassinatos de oponentes fora da Rússia e campanhas para manipular a opinião pública e os processos democráticos na União Europeia.
Com essa medida, a UE está prorrogando até outubro de 2026 as sanções contra 47 indivíduos e 15 entidades responsáveis por atividades "híbridas", ou seja, manipulação e interferência nos assuntos internos dos Estados membros, mas também assassinatos no exterior e atividades de desestabilização em toda a Europa.
O bloco implementou esse plano de sanções em 2024 para combater indivíduos responsáveis por executar, apoiar ou se beneficiar de ações atribuíveis ao governo da Federação Russa que "ameaçam a democracia, o Estado de Direito, a estabilidade ou a segurança na União".
Tudo com o objetivo de defender a UE contra tentativas de obstrução ou interferência em processos políticos democráticos ou distúrbios da ordem pública e da segurança dentro do bloco.
Os sancionados, principalmente autoridades de segurança, oficiais militares, empresários da mídia e propagandistas russos, enfrentam a proibição de viajar para a UE, têm seus bens congelados na UE e estão sujeitos à proibição de terceiros disponibilizarem recursos para eles na UE.
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