BRUXELAS 13 out. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia adotou nesta segunda-feira uma extensão por mais um ano das sanções pela proliferação e uso de armas químicas que atualmente impõe a 25 indivíduos e três entidades.
Como é de praxe no regime de sanções europeu, os indivíduos e entidades na "lista negra" europeia estão sujeitos a um congelamento de bens e são proibidos de disponibilizar fundos, ativos financeiros ou recursos econômicos para eles. Eles também estão proibidos de viajar para a UE.
Esse regime de sanções foi lançado em 2018 como resposta da UE ao uso de armas químicas na guerra da Síria e, desde então, impôs sanções contra agentes russos envolvidos no envenenamento de dissidentes.
Entre outros, a UE mantém restrições contra agentes envolvidos no ataque a Sergei Skripal em Salisbury e contra o falecido Alexei Navalni, ambos atacados com agente nervoso do tipo Novichok.
A UE-27 argumenta que o objetivo desse regime é contribuir com os esforços da UE para combater a proliferação e o uso de armas químicas, bem como apoiar a implementação da Convenção sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Armazenamento e Uso de Armas Químicas e sobre sua Destruição.
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