Sergei Bulkin/TASS via ZUMA Pres / DPA
BRUXELAS 22 dez. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia prorrogou por mais seis meses, até julho de 2026, as sanções comerciais e econômicas que o bloco vem impondo gradualmente ao governo de Vladimir Putin desde 2014 por sucessivas ações para desestabilizar a Ucrânia, desde a anexação da Crimeia até a invasão do país em fevereiro de 2022.
Essas sanções incluem medidas coercitivas em uma ampla gama de setores, desde restrições comerciais até medidas sobre energia e finanças, bem como ações que afetam o setor de tecnologia, bens civis e militares de uso duplo, transporte e bens de luxo.
Há também sanções destinadas a proibir importações ou transferências de petróleo bruto e determinados produtos petrolíferos transportados por mar da Rússia para a UE, bem como a desvinculação de vários bancos russos do sistema SWIFT.
Por fim, o pacote estendido também abrange a suspensão das atividades de transmissão e das licenças na UE de vários meios de comunicação de desinformação apoiados pelo Kremlin e medidas específicas para combater a evasão de sanções da UE.
Em uma declaração, o Conselho da UE (governos) adverte que, enquanto persistirem as "ações ilegais" da Rússia que violam as normas fundamentais do direito internacional, a UE continuará a considerar relevante manter em vigor "todas as medidas" adotadas pelo bloco, que tomará decisões "adicionais", "se necessário".
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