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BRUXELAS 30 mar. (EUROPA PRESS) -
Os 27 Estados-Membros aprovaram nesta segunda-feira a prorrogação por mais um ano, até 13 de abril de 2027, das sanções que impõem há quinze anos aos responsáveis por “graves violações dos direitos humanos” no Irã.
Especificamente, a União já impõe, nesse âmbito, a proibição de viajar para o território comunitário e o congelamento de bens a um total de 262 pessoas e 53 entidades ligadas, de uma forma ou de outra, à repressão no país.
As medidas incluem também a proibição de exportar para o Irã equipamentos que possam ser utilizados para a repressão interna e material para a vigilância das telecomunicações, ao mesmo tempo que impedem cidadãos e empresas europeias de fornecer fundos aos nomes incluídos na lista de sanções.
A UE introduziu pela primeira vez um regime em resposta aos abusos e graves violações dos direitos humanos no Irã em 2011 e, desde então, tem-no prorrogado anualmente.
Desde 2022, após a repressão interna contra os protestos desencadeados pela morte da jovem Masha Amini às mãos da polícia iraniana, a UE intensificou “drasticamente” as medidas restritivas, adotando múltiplos pacotes de sanções diante da crescente preocupação com a situação, conforme defende o Conselho (governos) em um comunicado divulgado para anunciar a prorrogação.
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