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BRUXELAS 21 nov. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia pediu nesta sexta-feira a manutenção de um cessar-fogo no Líbano diante de uma onda de ataques israelenses que atribui a ações contra a milícia xiita Hezbollah, que deixou 14 mortos em Ain al Hilweh, o maior campo de refugiados palestinos do país.
O bloco disse que estava "acompanhando de perto" os acontecimentos no sul do Líbano. "Todas as partes devem se concentrar em preservar o cessar-fogo e o progresso alcançado até agora. Os esforços do governo libanês para estabelecer o monopólio do Estado sobre a posse de armas e o desarmamento do Hezbollah devem ser apoiados por todos", disse um porta-voz da UE à Europa Press.
Em vista do impacto desses bombardeios sobre a atividade da força de paz da ONU no Líbano, a UNIFIL, a UE insistiu que a segurança do pessoal e das instalações dessa missão "deve ser garantida" de acordo com a lei internacional e as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
O exército israelense justifica bombardeios, como o que atingiu um campo de refugiados, alegando que os alvos eram "terroristas que operavam em um campo de treinamento" do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) no Líbano.
Poucos dias antes do aniversário do cessar-fogo entre Israel e Líbano, as forças militares hebraicas afirmam que esses bombardeios não violam o pacto, embora Beirute e o grupo tenham criticado essas ações, que também foram condenadas pelas Nações Unidas.
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