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MADRID 24 maio (EUROPA PRESS) -
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, condenaram, juntamente com os aliados da Ucrânia, o ataque russo da noite passada contra a capital do país, Kiev, e a região homônima, como um “ato aberrante de terrorismo” que deixou, até o momento, dois mortos e mais de 80 feridos.
A Rússia confirmou ataques com drones e mísseis hipersônicos, incluindo o Oreshnik, mas garantiu que eles foram direcionados contra posições militares e instalações da indústria de defesa ucraniana, em resposta ao bombardeio ucraniano de sexta-feira que deixou 21 mortos em um dormitório estudantil em Lugansk.
"O ataque maciço da Rússia contra a Ucrânia na noite passada mostra a brutalidade do Kremlin e seu desprezo tanto pela vida humana quanto pelas negociações de paz. O terror contra civis não é força. É desespero”, publicou Von der Leyen em suas redes sociais.
Para Kallas, ataques como o desta noite demonstram que “a Rússia chegou a um beco sem saída no campo de batalha, por isso aterroriza a Ucrânia com ataques deliberados nos centros das cidades”.
"Estes são atos abomináveis de terrorismo destinados a matar o maior número possível de civis", acrescentou ela antes de condenar especialmente o uso do míssil Oreshnik, projetado para transportar ogivas nucleares, "como uma tática de intimidação política e uma provocação imprudente".
O presidente francês, Emmanuel Macron, se expressou praticamente nos mesmos termos: “A França condena este ataque e o uso do míssil balístico Oreshnik, que não fazem mais do que refletir uma forma de fuga para a frente e o beco sem saída da guerra de agressão da Rússia”.
A ministra das Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, lamentou as cenas “atrozes” do ataque, que apenas “revelam a fraqueza que a Rússia quer esconder”.
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