Publicado 11/05/2026 09:53

A UE destina 20 milhões de euros em ajuda humanitária para refugiados e comunidades de acolhimento na Turquia

Archivo - Arquivo - O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, recebe em Ancara a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen
UE/CHRISTOPHE LICOPPE - Arquivo

BRUXELAS 11 maio (EUROPA PRESS) -

A União Europeia destinou 20 milhões de euros em ajuda humanitária para apoiar refugiados e comunidades de acolhimento durante o ano de 2026 na Turquia, um dos maiores países de acolhimento de refugiados do mundo, com 2,3 milhões de pessoas registradas, principalmente provenientes da Síria, do Afeganistão, do Iraque e do Irã.

A assistência, aprovada nesta segunda-feira pelo Conselho (Estados), será destinada aos grupos mais vulneráveis e se concentrará em proteção, necessidades básicas, saúde e educação, complementando o apoio de longo prazo que a União Europeia já oferece para promover a autossuficiência e a integração dos refugiados nos sistemas nacionais turcos.

O financiamento será canalizado por meio dos parceiros humanitários do bloco comunitário “em estreita coordenação” com as autoridades turcas e se soma aos mais de 3,5 bilhões de euros que Bruxelas já contribuiu em ajuda humanitária ao país desde 2012, conforme detalhado pelos Estados-Membros em um comunicado.

Embora muitos refugiados tenham acesso a serviços básicos, centenas de milhares continuam enfrentando obstáculos significativos devido à sua vulnerabilidade socioeconômica, ao acesso limitado aos sistemas nacionais e às consequências do terremoto que ocorreu na Turquia em 2023.

“A UE continua apoiando as pessoas necessitadas na Turquia com uma sólida assistência humanitária. E não nos esquecemos das comunidades que acolhem refugiados. Elas não podem arcar com esse fardo sozinhas”, afirmou a comissária para a Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, em declarações enviadas à imprensa.

Segundo a comissária, com este novo financiamento de 20 milhões de euros, renova-se o apoio humanitário da União para “continuar a prestar assistência vital”, ajudando as pessoas mais vulneráveis a ter acesso a serviços essenciais e “a manter a sua dignidade”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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