Avi Ohayon/Israel Gpo/ZUMA Press / DPA
BRUXELAS 30 set. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia saudou o plano apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o futuro da Faixa de Gaza, que Israel aceita, enfatizando que ele representa uma "oportunidade" para uma "paz duradoura" e que está pronta para contribuir com a iniciativa.
"O plano do presidente Trump para Gaza é uma oportunidade para uma paz duradoura. Ele oferece a melhor chance imediata de acabar com a guerra", disse a Alta Representante da UE para Política Externa, Kaja Kallas, em uma mensagem na mídia social, omitindo qualquer referência à solução de dois Estados.
A chefe da diplomacia europeia enfatizou que Israel já se comprometeu com essa iniciativa, portanto, agora o Hamas "deve aceitá-la sem demora" e dar o primeiro passo com a libertação dos reféns.
Na mesma linha, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, enfatizou o compromisso do presidente dos EUA com o fim da guerra e conclamou todas as partes envolvidas no conflito a "aproveitarem essa oportunidade".
"As hostilidades devem terminar com o fornecimento imediato de ajuda humanitária ao povo de Gaza e a libertação imediata de todos os reféns", insistiu a conservadora alemã, que enfatizou a solução de dois Estados como "o único caminho viável para a paz".
Anteriormente, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, saudou o plano e mostrou-se otimista com a "resposta positiva" do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a uma proposta que ele considerou ser uma "oportunidade real" para encerrar o conflito no enclave palestino.
"Todas as partes devem aproveitar este momento para dar uma chance real à paz", declarou ele em sua conta nas redes sociais, onde defendeu mais uma vez a solução de dois Estados como a "única viável para uma paz justa e duradoura" na região.
Enquanto isso, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, disse que o plano de Trump representa uma "estrutura para a paz, estabilidade e reconstrução em Gaza", enfatizando que é uma alternativa "clara" à guerra perpétua.
A "popular" política maltesa enfatizou que, se o Hamas aceitar o plano, isso significará "o silenciamento das armas, o retorno dos reféns e o fim do sofrimento", razão pela qual ela pediu que se aproveitasse a situação em um "momento crucial" para quebrar o ciclo de violência na região.
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