Publicado 16/07/2025 11:10

UE denuncia violência no sul da Síria e pede respeito à soberania síria após ataques israelenses

DAMASCUS, 16 de julho de 2025 -- Fumaça é vista sobre Damasco depois que um ataque israelense atingiu o quartel-general do Comando Geral do Exército Sírio no centro de Damasco, na Síria, em 16 de julho de 2025. Israel bombardeou na quarta-feira o complexo
Monsef Memari / Xinhua News / ContactoPhoto

BRUXELAS 16 jul. (EUROPA PRESS) -

A União Europeia denunciou nesta quarta-feira a violência na cidade de Sueida, no sul da Síria, em confrontos entre milicianos drusos e beduínos, apoiados pelas forças de segurança sírias, e pediu respeito à soberania síria após o bombardeio israelense para intervir no conflito em favor da minoria drusa.

Após os combates que deixaram mais de 200 pessoas mortas nos últimos dias, a UE afirma estar "alarmada" com a continuidade dos confrontos e "condena veementemente" a violência contra civis, após relatos de abusos e execuções de drusos.

"Pedimos a todas as partes que implementem imediatamente o acordo de cessar-fogo alcançado e que protejam os civis sem distinção e ponham fim ao ódio e ao discurso sectário", disse o Serviço de Ação Externa da UE em um comunicado.

A diplomacia europeia aponta para a responsabilidade das autoridades interinas em Damasco de realizar uma transição inclusiva, diminuir a escalada da crise e restaurar a calma, enfatizando a responsabilidade pelos crimes cometidos.

Com relação aos últimos bombardeios de Israel na Síria, incluindo um contra o quartel-general do exército na capital síria, a UE pediu a todos os atores externos que respeitem a soberania e a integridade territorial da Síria. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, classificou os ataques como parte de uma série de ações para "salvar" os membros da minoria drusa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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