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BRUXELAS 14 mar. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia aprovou na sexta-feira a renovação das sanções individuais sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia, depois de superar a relutância da Hungria, que também foi apoiada pela Eslováquia, para remover alguns oligarcas ligados ao Kremlin da "lista negra".
Fontes européias confirmaram à Europa Press a adoção da extensão de seis meses das sanções que afetam mais de 2.400 indivíduos e entidades russas. O pacto foi alcançado após a negociação do levantamento das restrições a três pessoas que estavam na "lista negra" da UE, apesar de suas mortes, disseram as fontes.
Tudo isso depois de Budapeste ter mantido a pressão até o último momento, após exigir inicialmente a remoção das sanções contra oito indivíduos russos relevantes. O prazo para renovar as sanções pessoais contra a Rússia era sábado, 15 de março, e as medidas caducariam se não fosse possível chegar a um acordo de compromisso.
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