Publicado 14/10/2025 14:05

A UE aplaude a libertação de Ferrer, mas insiste que "o exílio não é a solução".

Archivo - Arquivo - José Daniel Ferrer, ativista da oposição cubana
UNPACU - Arquivo

BRUXELAS 14 out. (EUROPA PRESS) -

A União Europeia expressou seu "alívio" com a libertação do líder da oposição cubana José Daniel Ferrer, que chegou aos Estados Unidos depois de concordar em deixar a ilha em troca de sua libertação, embora tenha insistido que o exílio "não é a solução".

Em resposta à Europa Press, um porta-voz da UE indicou que o bloco vê a libertação de Ferrer com "satisfação e alívio" e agradeceu ao governo dos EUA por seu papel nesse processo.

"O exílio não é a solução", criticou a diplomacia europeia, que reiterou seu pedido para que as autoridades cubanas libertem "todos os prisioneiros que ainda estão encarcerados". "A UE tem pedido constantemente a libertação de José Daniel Ferrer, bem como de todos os detidos por exercerem seus direitos de reunião pacífica e liberdade de expressão", enfatizou o porta-voz.

A UE insiste que esse episódio seja acompanhado por um "diálogo significativo" e "outras medidas concretas" para garantir o respeito aos direitos humanos e que "vozes dissidentes possam exercer livremente suas liberdades fundamentais em Cuba".

Os Estados Unidos estimaram em mais de 700 o número de prisioneiros políticos detidos injustamente na ilha e conclamaram a comunidade internacional a se unir aos esforços para responsabilizar o regime cubano "por seus abusos e sua influência maligna em toda a região".

Havana anunciou a partida de Ferrer na segunda-feira, após uma "solicitação expressa" das autoridades dos EUA e a "aceitação expressa" do líder da União Patriótica de Cuba (UNPACU), que foi detido após a revogação de sua liberdade provisória em abril passado.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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