BRUXELAS 28 mar. (EUROPA PRESS) -
A União Europeia impôs sanções contra 32 indivíduos e entidades por seu envolvimento na espiral repressiva do regime do presidente Alexander Lukashenko em Belarus, uma medida que amplia a "lista negra" do bloco para 310 indivíduos e 46 entidades.
Especificamente, nessa nova rodada de sanções, a UE destaca a Comissão Eleitoral Central e seus principais líderes pelas eleições presidenciais de fevereiro passado, que os 27 criticaram como "nem justas nem livres" e marcadas por um clima de repressão e violações dos direitos humanos.
Também foram impostas sanções a Aleh Ramanau, líder do partido majoritário em Belarus, e a nove juízes por sanções politicamente motivadas contra cidadãos que participaram de protestos contra Lukashenko.
Entre outros, a UE estende as sanções à comitiva de gestão de ativos de Lukashenko e a empresas e empresários que se beneficiam de sua proximidade com o presidente de Belarus, como o presidente das loterias de Belarus.
Com relação à ajuda militar que Minsk fornece a Moscou para atacar a vizinha Ucrânia, a UE estende as medidas contra duas empresas do setor militar e seus principais gerentes por cooperação tecnológica com a Rússia por meio do fornecimento de componentes na área de microeletrônica.
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