Publicado 16/01/2026 04:25

A Ucrânia solicita a realização de uma “Ramstein da Energia” diante da situação “difícil” do setor devido aos ataques da Rússia.

Archivo - Arquivo - O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andri Sibiga, durante uma coletiva de imprensa na capital da Finlândia, Helsinque, em julho de 2025 (arquivo)
Marina Takimoto/ZUMA Press Wire/ DPA - Arquivo

Sibiga estabelece como objetivo “receber contribuições adicionais e compromissos específicos” por parte dos aliados MADRID 16 jan. (EUROPA PRESS) -

O governo da Ucrânia apelou à realização de uma “Ramstein da Energia” para abordar a “difícil” situação do setor energético do país devido aos ataques do Exército russo no âmbito da invasão desencadeada em fevereiro de 2022 por ordem do presidente russo, Vladimir Putin.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andri Sibiga, fez este apelo juntamente com a primeira-ministra, Yulia Sviridenko, e o ministro da Energia, com o objetivo declarado de “receber contribuições adicionais e compromissos específicos” por parte dos aliados para reforçar o setor energético, afetado pelas ondas de ataques russos em pleno inverno. Assim, traçou um paralelo entre esta cúpula e o Grupo de Contato sobre a Defesa da Ucrânia — conhecido como Grupo Ramstein, criado em 2023 e que reúne 50 países — e enfatizou que Kiev mantém um “contato constante com a Comunidade Europeia de Energia para repor o Fundo de Apoio Energético da Ucrânia e adquirir equipamentos com recursos desse fundo”.

Sibiga enfatizou que os contínuos ataques russos tornam necessário “um maior apoio dos parceiros” e garantiu, por meio de um comunicado publicado nas redes sociais, que seu ministério “trabalha” com “todos” eles “para atrair contribuições adicionais para melhorar a eficiência energética”.

Nesse sentido, aplaudiu os recentes pacotes de ajuda ao país por parte de vários parceiros e sublinhou a importância de melhorar as capacidades de defesa antiaérea, argumentando que “a melhor ajuda ao sistema energético da Ucrânia é cada míssil e drone russo que não atinge o seu objetivo”.

“Estamos trabalhando em ritmo e modo de emergência para atrair o máximo apoio dos parceiros para superar o terror invernal russo e apoiar nossos trabalhadores do setor energético”, destacou Sibiga, que insistiu que “a Rússia fracassará em seus planos de quebrar o espírito dos ucranianos através do frio e do terror”.

Por fim, ele argumentou que as autoridades ucranianas trabalharão para “levar à justiça os criminosos russos por genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade”, já que “é assim que as ações atuais da Rússia podem ser descritas no âmbito do Direito Internacional”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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