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MADRID 12 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas e ucranianas realizaram nesta quinta-feira uma nova troca de prisioneiros de acordo com os compromissos assumidos em sua última reunião na Turquia, conforme confirmado pelas duas partes, que não detalharam o número exato de pessoas beneficiadas por essa troca ou quantas fases ainda estão por vir.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, confirmou que um segundo grupo de militares gravemente feridos ou doentes estava envolvido. "Todos eles precisam de tratamento médico e, sem dúvida, receberão os cuidados de que necessitam", disse Zelenski, que prometeu continuar trabalhando para "trazer para casa" todos aqueles que ainda estão em mãos russas.
O Ministério da Defesa da Rússia também confirmou a transferência para a Bielorrússia de um grupo de militares, para que eles possam receber cuidados médicos e psicológicos iniciais antes de serem evacuados definitivamente para o território russo, de acordo com uma nota postada na conta oficial do Telegram.
Esse trabalho está ocorrendo em paralelo com os compromissos da Rússia de devolver os corpos de 6.000 militares ucranianos que supostamente morreram em combate. Na terça-feira, a Ucrânia recebeu os restos mortais de 1.212 pessoas, depois que ambos os lados se repreenderam mutuamente por sua falta de vontade de cumprir os acordos assinados em 2 de junho em Istambul.
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