MADRID 5 jun. (EUROPA PRESS) -
A Ucrânia e a Rússia confirmaram nesta sexta-feira a troca bem-sucedida de um total de 390 prisioneiros de guerra, 185 de cada lado, na continuação bem-sucedida de um dos poucos laços que mantêm Kiev e Moscou, que é o processo de troca de prisioneiros, graças, em grande parte, à mediação realizada pelos Emirados Árabes Unidos.
Tanto o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, quanto o Ministério da Defesa russo confirmaram a troca realizada nesta manhã, que envolve “soldados rasos, sargentos e oficiais”, segundo o presidente. Um civil ucraniano também foi libertado, anunciou o presidente ucraniano nas redes sociais.
O Ministério da Defesa russo confirmou, em seu comunicado, que os 185 militares já estão recebendo atendimento médico na Bielorrússia, acompanhados pela comissária nacional para os Direitos Humanos, Yana Lantratova.
A penúltima troca foi realizada em 15 de maio e envolveu 410 militares, 205 de cada lado.
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