Europa Press/Contacto/PRESIDENT OF UKRAINE
MADRID 27 fev. (EUROPA PRESS) - As autoridades ucranianas voltaram a descartar a possibilidade de realizar eleições enquanto a guerra continuar, respondendo assim mais uma vez às exigências daqueles que questionam a legitimidade do presidente Volodimir Zelenski, entre eles seu homólogo norte-americano, Donald Trump, que levantou a questão várias vezes.
“Falar de eleições nas circunstâncias atuais é inútil”, avaliou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Kirilo Budanov, em entrevista ao jornal libanês “Al Modon”, na qual também descartou a convocação de eleições caso seja decretado um cessar-fogo.
Essa ideia de decretar uma trégua temporária para convocar eleições foi levantada no final do ano passado pelo presidente russo, Vladimir Putin, que afirmou que “mais cedo ou mais tarde” as autoridades de Kiev terão que se legitimar, e até mesmo por Zelenski, embora ele tenha esclarecido que essa é uma questão mais do interesse de “alguns parceiros”.
Nas mesmas declarações, Zelenski voltou a deixar claro há algumas semanas que só convocará eleições “quando existirem todas as garantias de segurança adequadas”, depois que a mídia americana indicou que ele tinha a intenção de anunciar a próxima data eleitoral em 24 de fevereiro.
Zelenski negou que Trump estivesse pressionando-o a desistir de qualquer iniciativa para consolidar medidas de segurança para a Ucrânia se não convocasse eleições o mais rápido possível.
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