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MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
O Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia negou nesta sexta-feira ter atacado, durante a noite passada, um centro estudantil na cidade de Starobilsk, localizada na província ocupada de Lugansk, ataque que já deixou seis mortos, e esclareceu que seus alvos foram instalações militares ou aquelas utilizadas para fins militares.
As autoridades militares acusaram a mídia russa de ter passado o dia de hoje “divulgando ativamente informações manipuladoras sobre os supostos danos causados pelas Forças Armadas da Ucrânia à infraestrutura civil” e reiteraram que apenas atacam alvos militares.
“As Forças Armadas da Ucrânia estão causando danos a infraestruturas militares e instalações utilizadas para fins militares, respeitando estritamente as normas do Direito Internacional Humanitário, as leis e os costumes da guerra”, destacou o Estado-Maior em uma nota nas redes sociais.
A Ucrânia informou que, durante a noite passada, os alvos foram uma refinaria de petróleo, depósitos de munições, sistemas de defesa aérea, postos de comando e de pessoal do Exército russo, entre eles um dos quartéis-generais da unidade “Rubicon”, localizado na cidade de Starobilsk.
O presidente russo, Vladimir Putin, condenou momentos antes o que classificou como um “ataque terrorista” do “regime neonazista” contra uma “residência estudantil” enquanto os alunos dormiam. Trata-se da Escola Profissional de Starobilsk, que depende da Universidade Pedagógica de Lugansk.
Pelo menos seis pessoas morreram e outras quarenta ficaram feridas, números que podem muito bem aumentar, já que cerca de quinze pessoas ainda permanecem sob os escombros. No momento do incidente, havia 86 adolescentes nas instalações. Moscou informou que foram quatro os drones que a Ucrânia utilizou para este “ataque sangrento”, que deixou o centro praticamente destruído.
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